16 dezembro, 2011

Liberdade Obscura



Pessoas mentem, dizem ser sinceras, dizem não ocultar qualquer suspeita levantada sobre nós. Mas isso é mentira, todos mentem. Se você for parar pra pensar a vida é uma grande ilusão. Pensamos ter em cerca 83 anos de vida apenas, portanto, temos que aproveitar. Mas ninguém comprovou como é a vida após a morte.
Elas dizem não se importar, pedem pra que as esqueçam e as deixem em paz. Tudo bem, isso é um direito de cada um, livre arbítrio. Só não entendo o porquê de ainda acharem que vivemos ao redor delas após o pedido. Porque mesmo depois da exclusão elas ainda querem sentir-se desejadas talvez.
Fico me perguntando, até que ponto uma pessoa pode guardar um segredo sobre si mesma.
Pode-se dizer que a partir do momento em que paramos de persegui-las pode haver uma faca de dois gumes, no qual um lado vai estar sua liberdade e do outro a chave para um futuro cheio de perguntas. Perguntas das quais você estará indeciso na maior parte do tempo. Perguntas do tipo, será que eu devo me prender, será que eu vou saber cuidar dela, será que eu vou conseguir ser quem ela sempre quis ter?
Portanto, eu digo, pra escolher a segunda opção basta ter confiança em si mesmo, certeza do que está fazendo, estar disposto a conhecer a pessoa mais problemática de sua vida, ter paciência, não deixar-se levar pelas ilusões, não se desesperar por tais divergências, entre outros.
Mas também posso te dizer pra nunca desistir, porque vale a pena, de um jeito ou de outro, depende do seu modo de vista.
A liberdade te traz paz, mas o mundo é feito de perguntas. Nesse caso, pra responder é preciso viver.
É preciso viver e conviver com uma pessoa pra ter história, histórias são o que mais traz prazer após o término de uma relação. Ou seja, não tenha medo de sofrer, se a história valer a pena cabe a você enxergar o lado bom ou ruim após o término de um relacionamento.

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